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Vodunsi

 

Vodun ou Vodoun (ortografia Beninense; Vodun / Vodum no Brasil; Vodou, Vaudou ou outras ortografias foneticamente equivalentes no Haiti; Vodu ou Vudu). Em português aplica-se aos ramos de uma tradição religiosa teísta-animista baseada nos ancestrais, que tem as suas raízes primárias entre os povos Ewe-Fon da África Ocidental, no país hoje chamado Benin, anteriormente Reino do Daomé, onde o vodun é hoje em dia a religião nacional de mais de 7 milhões de pessoas. Além da tradição fon, ou do Daomé, que permaneceu na África, existem tradições relacionadas que lançaram raízes no Novo Mundo durante a época do tráfico transatlântico.

África

Vodun da África Ocidental é chamado Vodun ou Vudun (assim escritas na língua fon do Benin e da Nigéria e na língua ewe do Togo e Gana; também escritas Vodon, Vodoun, Voudou, etc) é uma religião monoteísta tradicional da costa da África Ocidental, da Nigéria a Gana. É distinta das não organizadas religiões animistas tradicionais, do interior desses mesmos países, bem como de diversas religiões muitas vezes com nomes semelhantes da diáspora africana no Novo Mundo, como o Vodou Haitiano, e semelhante ao Vudu da República Dominicana, Candomblé Jeje no Brasil (que utiliza o termo Vodum), Voodoo da Louisiana, e Santería em Cuba, que são sincretizadas com o Cristianismo e as Religiões tradicionais africanas do povo Congo, do rio Congo e de Angola.

Quando a palavra é maiúscula, Vodun denota a religião. Quando não é, vodun denota os espíritos que são centrais para a religião. "Voodoo" é o mais comum na ortografia da cultura popular americana.

Vodun é praticado pelos Ewe, Kabye, Mina, Fon, e (com um nome diferente) os povos Yorubas do sudeste do Gana, meridional e central Togo, meridional e central Benin, e sudoeste da Nigéria. A palavra vodún (pronunciado vodṹ - ou seja, com um u nasal em um tom alto) é o Gbe (Ewe-Fon) para a palavra espírito. Além do mais, esse tal codinome, como podemos chamar, aparece em várias músicas, tais como: Voodoo Child, do cantor e guitarrista Jimi Hendrix, entre outras locais, mais encontradas na América Central.

História

A tradição e a cultura dos escravos de jeje, Ewe, Fon, Mina, Fanti, Ashanti, deram origem no Brasil às tradições conhecidas como:

Candomblé Jeje teve início em Salvador e no Recôncavo baiano, nas cidades de Cachoeira e São Félix e outras, depois migrou para o Rio de Janeiro, São Paulo em maior número.

Tambor de Mina ficou restrito a São Luís do Maranhão com a única casa de Jeje-Mina no Brasil que é a Casa das Minas.

Xangô do Nordeste, Xangô do Recife, Xangô de Pernambuco ou Nagô-Egbá ou Jeje-Nagô, teve início na Região Nordeste, uma parte migrou depois para outros estados.

Voduns

Mawu é o Ser Supremo dos povos Ewe e Fon, que criou a terra e os seres vivos e engendrou os voduns, divindades que a (Mawu é do gênero feminino) secundariam no comando do Universo. Ela é associada a Lissá, que é masculino, e também co-responsável pela Criação, e os voduns são filhos e descendentes de ambos. A divindade dupla Mawu-Lissá é intitulada Dadá Segbô (Grande Pai Espírito Vital).

Loko, É o primogênito dos voduns. Representado pela árvore sagrada Ficus idolatrica ou Ficus doliaria (gameleira branca).

Gu, Vodun dos metais, guerra, fogo, e tecnologia.

Heviossô, Vodun que comanda os raios e relâmpagos.

Sakpatá, Vodun da varíola.

Dan, Vodun da riqueza, representado pela serpente do arco-íris.

Agué, Vodun da caça e protetor das florestas.

Agbê, Vodun dono dos mares.

Ayizan, Vodun feminino dona da crosta terrestre e dos mercados.

Agassu, Vodun que representa a linhagem real do Reino do Daomé.

Aguê, Vodun que representa a terra firme.

Legba, O caçula de Mawu e Lissá, e representa as entradas e saídas e a sexualidade.

Fa , Vodun da adivinhação e do destino.

Os voduns na África são agrupados em "famílias" chefiadas por um vodun principal, ora representando um elemento ou fenômeno da natureza, ora da cultura. Existem basicamente 4 famílias principais:

Os Ji-vodun , ou "voduns do alto", chefiados por Sô (forma basilar de Heviossô).

Os Ayi-vodun , que são os voduns da terra, chefiados por Sakpatá.

Os Tô-vodun , que são voduns próprios de uma determinada localidade (variados).

Os Henu-vodun , que são voduns cultuados por certos clãs que se consideram seus descendentes (variados).

No Brasil os voduns são cultuados nos terreiros de Candomblé, sobretudo nos da Nação Jêje, onde ainda se conserva alguma lembrança da divisão por famílias.

 

 

Ritual

Voduns não usam roupas luxuosas não gostam de roupas de festa e geralmente preferem a boa e velha roupa de ração. As danças são cadenciadas em um ritmo mais denso e pesado. Os Voduns estão sempre de olhos abertos e salvo algumas exceções, conversam (usando preferencialmente um dialeto próprio) e dão conselhos a quem os procura.

Iniciação

A iniciação ao culto dos voduns é complexa é longa e pode envolver longas caminhadas a santuários e mercados e períodos de reclusão dentro do convento ou terreiro hunkpame, que podem chegar a durar um ano, onde os neófitos são submetidos a uma dura rotina de danças, preces, aprendizagem de línguas sagradas e votos de segredo e obediência.

Hierarquia

Bokonon - Sacerdote do Vodun Fa equivalente ao Babalawo

Doté Sacerdotes (homens) da família de Sogbo e Doné Sacerdotisas (mulheres), esse título é usado no Terreiro do Bogum onde também são usados os títulos Gaiaku e Mejitó. similar à Iyalorixá.

Noche - Sacerdotisas do Jeje-Mina

Vodunsi - após 1 ano da iniciação.

Kajekaji - iniciado que ainda não completou o ciclo de obrigações.

 
     
           
           
           
           
             
 

         
     
             

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